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Minha experiência com a Oya Care, por Maria Artioli

Quando conheci a Oya tive a sensação imedita de que estava diante de algo muito novo. “Descoberta da Fertilidade? – pensei. Nunca ouvi falar sobre isso.” Pensando bem, nunca tinha ouvido falar nada sobre fertilidade no auge dos meus 28 anos. Logo eu, super interessada em tudo o que é relacionado a autoconhecimento, autocuidado e temas sobre o feminino – e fertilidade tem tudo a ver com essas coisas todas.

Meu lado curioso e topa-tudo-quando-o-assunto-é-se-conhecer-melhor disse logo sim pra experiência.

O que veio depois não poderia ter sido previsto. O processo de autoconhecimento começou antes mesmo da coleta de sangue. Isso, pois fertilidade – e tudo o que vem junto esse assunto – se tornou um GRANDE tema na minha vida.

Pra mim, até então, fertilidade era algo pra se pensar no futuro. Eu sempre jogava pra frente, porque hoje não tenho vontade alguma de ter filhos. Por isso, sempre me imaginei como aquele caso isolado da mãe de 3 filhos que começou aos 38 anos.

A surpresa foi o quanto que abrir essa porta da fertilidade, 10 anos antes do previsto, me mostrou que essa história toda mexe comigo hoje. E muito!

Isso tudo me ocorreu por causa de uma simples, mas poderosa sensação: o MEDO. Eu pensei muuuito nesse teste e no significado dele. Percebi que, por mais que hoje eu não queira, eu queria muito poder escolher mais pra frente. E o que o resultado era importantíssimo pra mim. Sonhei com bebês muitas noites, me peguei divagando durante o dia sobre os mil resultados possíveis e o que faria em cada cenário. De repente, fertilidade era um dos temas centrais da minha vida (quem diria).

Enfim, chegou a hora de fazer a coleta de sangue. Depois da enfermeira sair da minha casa, fui tomada por um mix de alívio e apreensão, tudo misturado. As cartas estavam lançadas e eu finalmente saberia a quantas andava a minha reserva ovariana.

@oya.care

Com a Descoberta da Fertilidade, é possível iluminar algumas etapas dessa jornada. Maria Artioli, uma das oyanas pioneiras e parte do founding team da Oya, contou pra gente sobre sua experiência com o medo ao longo desse processo e como foi importante confrontá-lo com informação, cuidado e acolhimento. Conheça sua história!

♬ LoFi(860862) – skollbeats

Mas o medo persistiu. Eu estava mais perto do que nunca, mas nenhum dia se passou sem que eu pensasse sobre essa história toda de fertilidade. Ah, os sonhos continuaram até o dia do resultado, viu?

E ele chegou! Com o resultado, entrei em um novo momento. Um momento de esclarecimento de muita coisa. Momento de calmaria. Eu tinha, pela primeira vez, a informação ali. Aprendi mais sobre fertilidade em uma videoconferência do que em toda a minha vida. Entendi que reserva ovariana é só uma parte deste mundo que é a fertilidade feminina. Descobri que provavelmente não serei a mãe de 3 que começou aos 38 – se não planejar a minha vida nesse sentido. E me apropriei do conhecimento – que hoje sei que é muito importante pra mim – sobre meu corpo e sobre a minha vida fértil.

Confesso que ainda não sei exatamente o que vou fazer com as informações que tenho nas mãos. Penso em congelar meus óvulos para tornar a possibilidade dos 38 anos realidade. Mas, outros dias, flerto com a hipótese de antecipar meus planos de gravidez.

A sorte é que olhei pra tudo isso a tempo. Sei que ainda tenho alguns anos pela frente antes de precisar tomar uma decisão e o mais maravilhoso é que, hoje, essa informação é baseada em mim, no meu corpo. E isso faz toda a diferença.

Olha, senti medo nesse processo. Mas afinal, qual processo de autoconhecimento é realmente tranquilo? Cavocar questões que importam pra gente é, muitas vezes, desconfortável – mas extremamente necessário para o nosso crescimento pessoal.

O fim dessa história na verdade é um começo. A minha experiência com a Oya foi tão marcante que criamos um relacionamento. Hoje, faço parte do founding team da empresa. Minha missão é levar esse (e muitos outros) conhecimentos para o maior número de mulheres possível. Saúde e autoconhecimento andam juntos e são um caminho fundamental para a – minha e nossa – tão sonhada libertação feminina.

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