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Depoimento DIU de Cobre: “uso há 5 anos e tive alguns sintomas”

Nada melhor que ouvir a experiência de outra mulher antes de tomar uma decisão, né? Por isso, a Oya convidou a Laura Máximo, jornalista e mestre pela UNESP, de 29 anos, pra dar o seu depoimento sobre a experiência dela com o DIU de cobre e tirar algumas das principais dúvidas que você pode ter, caso também esteja considerando usar esse método contraceptivo. 

Usuária de DIU de cobre há 5 anos, ela já passou por toda a experiência da coisa: cólicas mais fortes, menstruação desregulada, a dor de colocar o DIU. Ou seja: o depoimento dela é super completo e com certeza vai te ajudar a entender melhor como o DIU de cobre funciona a longo prazo

Também convidamos a Dra. Natalia Ramos, ginecologista especialista em fertilidade e líder do time de Cuidados da primeira clínica virtual de saúde feminina do Brasil, para comentar a experiência da Laura. Quais efeitos que ela sentiu são típicos e quais foram um pouquinho fora da curva? Tá demais! 

“[…] Eu sentia que tava sempre tendo que optar entre o meu desejo e o meu futuro”

A Laura optou pelo DIU depois de enfrentar alguns perrengues com a pílula. Essa mudança transformou totalmente a sua vida e tá associada a uma realidade em que ela encontra mais liberdade pra fazer escolhas, como ela conta nesse depoimento. 

Embora seja uma das melhores opções para quem não deseja engravidar, uma pesquisa mostrou que apenas 1,8% das mulheres brasileiras usam o DIU, e que algumas falhas nas políticas públicas de saúde prejudicam o acesso de brasileiras a métodos contraceptivos em geral, mas principalmente a alternativas à pílula. Um problemão, né?

Se você, como a Laura, está buscando métodos contraceptivos alternativos à pílula, o DIU de cobre pode ser uma ótima opção. Pra você ter certeza, basta dar uma olhada nesse bate-papo e nos comentários da nossa especialista em ginecologia. Vamos começar?

O que te motivou a usar um método contraceptivo de barreira, como o DIU de cobre?

Laura: Minha vida sexual começou bem cedo, e em um contexto de muito medo de engravidar. Nos primeiros anos, as minhas relações sexuais aconteciam bem às escondidas, e eu não tive acesso a nenhum tipo de orientação, nenhum acompanhamento. 

Eu comecei a me proteger tomando injeções hormonais quando ainda era bem jovem, e depois passei a comprar pílula nas farmácias, mas, de novo, não foi algo que um/uma ginecologista acompanhou, eu nunca tive um convênio médico. Eu meio que fui fazendo. E o resultado foi que, quase 10 anos depois de tantos hormônios sem controle e sem essa orientação, eu tive um problema de saúde mais grave.

Em 2016, eu comecei a sentir cólicas incapacitantes e fiquei muito mal por um período longo, mas tava longe de casa, sem rede de apoio, e não conseguia investigar. Quando voltei, procurei um médico e nós descobrimos que poderia ser uma rejeição ao anticoncepcional, e a orientação foi parar de tomar. E foi tiro e queda: eu parei de tomar a pílula, logo depois tava sem dores.

A partir daí, fiquei um tempo sem usar nenhum contraceptivo, mas comecei a pesquisar mais sobre outras opções. Nesse meio-tempo, também precisei tomar uma pílula do dia seguinte, e os impactos no meu corpo foram muito fortes, me fez muito mal.

Durante esse mesmo período, percebi também efeitos positivos no meu corpo a partir dessa ausência de hormônios, principalmente na minha libido. Então foi o momento em que eu olhei pra mim mesma e pensei: não quero mais nenhum método hormonal no meu corpo

Foi nesse período que eu conheci o DIU de cobre: li bastante sobre o assunto e fui finalmente procurar um acompanhamento ginecológico pra saber como funcionava e o que eu precisava fazer pra colocar.

Dra. Natalia: De fato, não existe um método contraceptivo perfeito para todas as pessoas, livre de efeitos colaterais. Muitas mulheres escolhem utilizar métodos hormonais e não se adaptam. Os métodos contraceptivos hormonais, no geral, agem inibindo a ovulação para evitar a gravidez. 

Quando inibimos a ovulação, os hormônios são secretados de maneira diferente, o que pode impactar na vida da usuária, trazendo efeitos como estes que a Laura citou (alteração da libido, humor ou até na composição da massa corporal). 

Ainda assim, é importante lembrar que a adaptação é individual, ou seja, não podemos dizer que métodos hormonais serão ruins para todas as usuárias, inclusive porque existem condições médicas que só serão controladas com o uso de hormônios. Para mulheres que, como a Laura, após avaliação médica, receberam a indicação do DIU não hormonal, é necessário saber que existem vantagens e desvantagens.

Onde você colocou o DIU de cobre? Como foi o atendimento antes desse procedimento?

Laura: Eu fiz tudo pelo SUS. Eu e a minha família sempre fomos usuários do SUS, e aqui na minha cidade [Uberlândia-MG] existem hospitais que fazem esse atendimento, as Unidades de Atendimento Integrado (UAI). E foi tudo ótimo. 

Liguei pra unidade mais próxima e falei que queria colocar o DIU de cobre. Então fui orientada a ir a uma reunião que acontecia uma vez por mês, levando comigo um exame de papanicolau colhido recentemente.

Daí eu fui e [o encontro] foi ma-ra-vi-lho-so. Era uma equipe com duas enfermeiras e uma médica, além das outras mulheres que, como eu, também eram em sua  maioria negras e periféricas que queriam colocar o dispositivo – muitas delas já com filhos. Essas profissionais explicaram tudo o que a gente precisava saber sobre o DIU de cobre. Algumas coisas eu já conhecia porque tinha lido, outras não, e elas conversaram bastante com todo mundo pra tirar dúvidas, entender os perfis e tal.

Elas explicaram todos os trâmites de como funcionava a colocação do DIU de cobre e, quando encerraram a conversa, pediram que quem realmente tivesse interesse e tivesse levado o exame se encaminhasse pra uma fila para agendar [o procedimento] direitinho. E foi isso que eu fiz. 

Dra. Natalia: O acesso ao planejamento familiar é direito de todos os cidadãos brasileiros, como descrito na Lei nº 9.263, de 12 de janeiro de 1996, artigo 7º do art. 226 da Constituição Federal

Diante disso, é dever do estado garantir o acesso via o Sistema Único de Saúde (SUS). Todos deveriam saber que o SUS oferece vários tipos diferentes de métodos contraceptivos gratuitamente, desde preservativos masculinos, até pílulas, DIUs hormonais e não hormonais, entre outros (a disponibilidade de alguns métodos contraceptivos pode variar em cada estado). 

Como foi o procedimento? Doeu?

Laura: Eu lembro a data até hoje: foi no dia 31 de maio. E eu lembro porque pra mim era um passo muito grande, porque eu tinha muito medo da gravidez. Pra mim, engravidar representava o fim da minha vida, porque eu queria muito estudar, ter uma carreira, fazer outras coisas. Então eu sentia que estava sempre tendo que optar entre o meu desejo e o meu futuro, e isso é muito injusto. Eu não queria aceitar isso. E o DIU me permitiu não precisar escolher.

No dia 31, então, fui até a unidade com o meu namorado da época, entrei no consultório — eu não tive sedação — e fiquei conversando um tempo com a médica (ela meio que me distraindo). Até que ela abriu o espéculo e fez o procedimento e ai, meu Deus, foi uma dor…

Que dor. É um segundo, mas é uma coisa que me arrepia até hoje. Eu já tinha tatuagem na mão, pra você ter uma ideia, depois disso coloquei piercing no septo, mas nenhuma dor se compara a que eu senti naquele dia. De verdade, dói demais. 

A dor é tão intensa que, depois, a médica me deixou uns dez minutos deitada, pra evitar que eu passasse mal, desmaiasse e tal. Ainda saí meio trêmula, mas fui pra casa e foi isso.

E depois de colocar, como foi? O que você sentiu de diferente?

Laura: Eu fiquei mais de um dia com um desconforto muuuuito grande, uma cólica muito forte. Eu não estava muito habituada [a esse tipo de dor] porque antes não sentia cólica quase nenhuma, sabe? Mas os primeiros dois dias foram, sim, muito ruins. Fiquei deitada, sem conseguir fazer muita coisa.

Também menstruei muito, por uns 15 dias direto. Então foi bem chato, especialmente porque antes eu menstruava bem pouco.

E essa adaptação levou um tempo longo, coisa de um ano. Os primeiros três meses foram os mais difíceis, principalmente em relação à cólica, que era uma dor que eu nunca tinha sentido tão forte. Mas o primeiro ano, em geral, foi bem difícil, então precisei tomar alguns remédios pra lidar com a dor, e passei a usar o coletor menstrual, porque meu fluxo também aumentou bastante. 

Mas hoje, com 5 anos de DIU de cobre, posso dizer que as coisas já voltaram ao normal, ou chegaram o mais perto do meu normal possível. A cólica diminuiu muuuuuito, tem meses que eu sequer sinto, e o meu fluxo também voltou a ser algo próximo daquilo que eu já estava acostumada antes de colocar o DIU. 

Dra. Natalia: O procedimento pode ser realizado sem sedação. Ter dor é comum, principalmente em mulheres que nunca tiveram parto normal. Mulheres que já tiveram um parto normal, geralmente, têm menos dores. Ainda assim, a dor costuma ter o maior pico no momento da inserção, depois torna-se mais leve, exatamente como a Laura mencionou. 

Eu sempre discuto com nossas Oyanas (como chamamos carinhosamente nossas pacientes) que o conhecimento é tudo. Quando a mulher entra num procedimento preparada para uma possível dor, e também já sabe o que pode ocorrer nos dias subsequentes, a experiência do tratamento e pós-tratamento tende a ser melhor

A adaptação ao uso do DIU, como tudo em medicina, é individual, ou seja, não é porque nos deparamos com uma experiência como a da Laura, que teve 3 meses de cólicas intensas, que todas as mulheres terão. Por isso é indispensável o acompanhamento com um ginecologista, para melhorar a qualidade de vida neste período de adaptação.

Você sentiu que o seu corpo mudou depois do DIU de cobre? Que você ganhou peso, ou teve algum efeito colateral nesse sentido?

Laura: Não. Eu senti que a minha mudança veio quando eu parei de tomar a pílula anticoncepcional. Por exemplo, comecei a lidar com uma acne pior, mas parei de reter tanto líquido, perdi peso, recuperei a minha libido… Enfim. Tudo isso estava muito mais associado a parar de tomar a pílula, não senti nada quando coloquei o DIU.

Dra. Natalia: O DIU não hormonal não costuma alterar a composição corpórea, uma vez que é livre de hormônios. O que pode ocorrer, em alguns casos, é o aumento do fluxo menstrual, o que pode levar a quadros de anemia, daí a necessidade de acompanhamento médico no mínimo uma vez ao ano.

E você lida com algum outro problema ginecológico?

Laura: Eu tenho síndrome do ovário policístico, mas ela é tratada pelo meu estilo de vida. Hoje eu já não tenho mais cistos, nem os sintomas mais pesados, com exceção da acne. Meu ciclo é regulado, enfim. 

O DIU não teve nenhuma ligação com a SOP, e ter a SOP não foi uma contraindicação, também.

Dra. Natalia: Medidas de estilo de vida (dieta equilibrada e exercícios físicos) são a primeira linha de tratamento para a síndrome dos ovários policísticos (SOP). Em casos refratários ao tratamento com mudanças de estilo de vida, podemos associar outros tratamentos, como hipoglicemiantes orais e/ou tratamentos hormonais. 

O DIU, tanto hormonal quanto não hormonal, não é contraindicado para mulheres portadoras de SOP.

Você já passou por algum perrengue com o DIU?

Laura: Nunca tive. Ele nunca saiu do lugar, nunca precisei correr pra ginecologista. O máximo de “perrengue” que eu já passei foi que, durante o sexo, o meu namorado da época sentiu a cordinha do DIU e se assustou. Mas, fora essa situação engraçada, sempre foi tudo bem normal. 

Mas faço o acompanhamento anual de ultrassom, pra garantir que ele tá no lugar certo e que está tudo bem, também.

Dra. Natalia: O acompanhamento anual é imprescindível para o sucesso contraceptivo do DIU não hormonal.

Quais são as principais vantagens e desvantagens que você viu no DIU?

Laura: As desvantagens foram no início, a coisa da menstruação por 15 dias, as cólicas excessivas e tal. Isso realmente não foi legal. 

Mas acho que foi algo que se pagou. Porque as vantagens são muito maiores, pra mim. Começando pelo fato de que não tem hormônios no meu corpo, então sei que tudo que tá acontecendo é natural. 

Outro ponto importante é que eu tenho muito mais segurança com a gravidez, que eu não sentia na época da pílula. Eu sabia que um erro meu podia gerar um resultado que eu não queria. Ficava pensando: e se eu não conseguir tomar a pílula, por qualquer motivo que seja? E com o DIU, tô protegida, não importa o que aconteça. Essa segurança psicológica me dá liberdade pra ter a minha vida sexual da forma que eu gosto.

E o fato de ser uma coisa que dura 10 anos também é muito boa, pra mim. Eu sinto que foi um dos melhores investimentos que eu já fiz em mim mesma, na minha vida, nas minhas escolhas, especialmente tão jovem. 

Dra. Natalia: Este quadro de sangramento excessivo é um dos principais motivos de descontinuação do DIU não hormonal, seguido de quadros de cólica excessivos. Em alguns casos, conseguimos reverter com medicações sintomáticas, ou seja, para diminuir dor e sangramento. Em outros, infelizmente, a melhor conduta é a troca do método contraceptivo.

E você pretende engravidar algum dia?

Laura: Não. Eu tenho certeza que não pretendo engravidar. E, assim, talvez eu seja mãe um dia, mas engravidar mesmo é algo que eu não quero, nem agora, nem no futuro. 

Inclusive pretendo colocar o DIU novamente, quando der o tempo certo, e continuar usando enquanto for possível e recomendado pra mim. 

Dra. Natalia: Para mulheres que não desejam engravidar a médio ou longo prazo, o DIU é um excelente método. Pode ser utilizado até a menopausa com segurança, sem trazer prejuízo para a saúde.

Continuar menstruando era uma questão importante pra você?

Laura: Sim. Eu sou uma pessoa que “gosta” de menstruar, que gosta de entender e ver que o meu corpo tá funcionando “como deveria”. Isso, inclusive, me afastou do DIU mirena, porque eu não queria parar de menstruar completamente. 

Eu tenho um ciclo bem regulado, e, apesar de ter uma TPM mais forte, gosto de entender que isso é parte da minha personalidade, do meu organismo. Passei muitos anos, que foi o período de pílula, sem conhecer o meu corpo, sem saber reconhecer esses sinais que a menstruação traz. 

Eu não sou uma pessoa muito good vibes, mas acho que esse contato, em específico, com o meu próprio corpo é importante, gosto de acompanhar. Então foi algo que levei em consideração, sim.

Dra. Natalia: O DIU não hormonal (cobre, cobre e prata) não deve impactar no ciclo menstrual, ou seja, a mulher deve continuar menstruando com o mesmo intervalo de dias de antes da inserção do DIU. 

Ainda assim, sabemos que é comum observar um aumento do tempo e da quantidade de sangramento. Mulheres que têm um alto fluxo menstrual e cólicas relevantes não devem ser orientadas ao uso do DIU não hormonal, uma vez que podemos ter quadros graves de anemia, com riscos de queda por hipotensão postural, o que não é desejável para as usuárias.

E tem alguma outra coisa que você queira comentar sobre o DIU?

Laura: Eu queria muito que outras mulheres e meninas que fossem começar suas vidas sexuais tivessem mais acesso a essas outras formas de contracepção que não a pílula. Por mais importante que ela seja acessível, nem sempre vai ser a melhor opção, sabe? Especialmente pensando em meninas jovens, que talvez não tenham a disciplina que uma pílula oral exige.

Então eu queria que outras meninas tivessem acesso a informação sobre outros métodos, pra que elas possam tomar essa decisão com mais embasamento. E também pra que elas possam conhecer os próprios corpos, que foi uma coisa que eu não fiz por quase 10 anos, especialmente em termos de libido, de desejo. 

Dra. Natalia: O tema trazido pela Laura é extremamente importante. Nenhum método contraceptivo é bom para todo mundo. Ter uma consulta focada, completamente voltada para a discussão sobre contracepção é essencial para todas as mulheres e pessoas com ovários. 

Atualmente, os métodos contraceptivos têm outras funções além da contracepção, como o controle de sangramento excessivo, o controle de acne, de cólicas, entre outros. Por isso, não deixe de agendar sua Jornada da Contracepção com a Oya Care e conversar com um ginecologista da nossa equipe.

Ainda não sei se o DIU de cobre é a melhor opção pra mim, e agora?

Pode ficar tranquila! Essa é uma decisão importante, e é normal não conseguir definir se essa escolha vai ou não ser a indicada pra você sem o apoio de um profissional. Por isso, a Oya pensou em um quiz que te ajuda a entender se o DIU de cobre funciona pra você. É só responder às perguntas abaixo!

Depois de realizar o quiz, o primeiro passo é procurar um/uma ginecologista e conversar sobre o seu interesse nesse método contraceptivo. 

Pra te auxiliar nesse processo, você pode contar com a Jornada da Contracepção, da Oya. Ela é focada em te ajudar a entender qual método mais funciona pra sua rotina e pro seu estilo de vida, e oferece o suporte de uma equipe médica acolhedora, que vai tentar descobrir o que realmente faz sentido pra você.

A Jornada da Contracepção pode ser até 100% reembolsada pelo seu plano de saúde e é feita do conforto da sua casa, sem necessidade de deslocamento. Você ainda recebe uma cartilha com tooodas as informações que precisa ter sobre os vários métodos contraceptivos, tem acompanhamento por WhatsApp pra tirar dúvidas e pode agendar uma consulta de retorno. Tudo, né? Vamos juntas!

ESCRITO POR

Dra. Natalia Ramos Seixas

REVISADO POR

Dra. Natalia Ramos Seixas

A Dra. Natalia Ramos Seixas é a líder médica da Oya Care, especialista em fertilidade e reprodução humana.

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